Visão Voicer do 1º Hackathon de Realidade Virtual no Bluehack 2017

Featured Video Play Icon

Nos dias 25 e 26 de Março no prédio da IBM aconteceu a segunda edição do BlueHack, o maior hackathon da América Latina.

O evento reuniu mais de 900 pessoas, sendo 700 participantes, e um time de mais de 200 experts nas posições de mentores e jurados. Particularmente, acredito muito nesse processo de inovação com características maker (vai lá e faz), são eventos como esses que proporcionam o exercício da inovação.

Participei da edição anterior de forma intensa em diversos desafios, mas a edição deste ano chamou minha atenção por trazer a experiência de Virtual Reality (VR) e Realidade Aumentada (RA), que a propósito, foi inédita num evento desse gênero aqui no Brasil e por isso seria um momento ideal de cobrir como Voicers, um momento único pelo nosso olhar:

 

2016 foi o ano que mais se ouviu falar de Realidade Virtual e Aumentada. Foi nesse ano que a Oculus comprada pelo Facebook trouxe ao mercado a versão definitiva dos óculos de realidade virtual Rift.

Em Outubro, por exemplo, o playstation lançou PlayStation VR, que amplia a imersão do usuário nos jogos eletrônicos. Até Paul McCartney criou uma série de seis episódios utilizando VR. Já no campo de Realidade Aumentada a experiência foi testada pelos usuários do aplicativo Snapchat e pelos jogadores do “Pokémon Go”.

Há algum tempo já estou imersa nessas realidades graças às orientações do Rodrigo Terra (Presidente da Era Transmídia) que é o grande responsável pela minha educação no tema, e aprendi com ele que embora esses termos sejam recentes para a grande maioria das pessoas o conceito de VR e RA já existem há muitas décadas.

VR trata-se de uma tecnologia de interface capaz de criar ambientes que possibilitam uma experiência imersiva em tempo real trabalhando com elementos do sistema sensorial humano, ou seja, nossos sentidos são enganados e temos a sensação de estarmos vivendo uma experiência real num mundo virtual.

A RA faz o inverso, ela usa a tecnologia para trazer elementos virtuais para o mundo real permitindo maior interação. É comum atrelarmos Realidade Virtual a indústria de jogos, mas à medida que a tecnologia avança, mais usos estão surgindo.

Então na semana que antecedeu o evento, vejo pelos posts de Ralph Peticov (a mente mais hyperlinkada que conheci!) & Marcia Golfieri (a maior construtora de pontes ever!) esse vídeo sobre o Watson, MIT& VR (já virou o meu favorito sobre o Watson so far):

SNOWCRASH, Pioneering Immersive Technologies of Transcendence

SNOWCRASH, Pioneering Immersive Technologies of TranscendenceAdjacent possible, as described by Steven Johnson, "Is a kind of shadow future, hovering on the edges of the present state of things, a map of all the ways in which the present can reinvent itself."Beauty is a restless entity: the world is changing ever faster – and that’s the sweet spot to us.From GPS and AR, to VR and AI, at FLAGCX we've built early projects and cases that had the responsibility to showcase the potential of emerging technologies and new mediums – because being early content producers for emerging mediums we have the opportunity and the responsibility to do so, to contribute to the evolution and the future of Human-Computer Interaction. In that spirit, over a year ago Roberto Martini (FLAGCX CEO) and Boo Aguilar (Head of Next Gen Experiences) kickstarted SNOWCRASH, a new unit focused entirely in immersive and cognitive technologies research and the future of Human Computer Interaction. The unit, secretive until now, have partnered in this project with leading animation studio LOBO, and together, we’ve been experimenting with the future of Human Computer Interaction in partnership with some of the best talents and partners in the world, translating to present adjacent possibles and materializing the future of HCI, in an open innovation protocol. SNOWCRASH was born to experiment with next generation experiences mixing science, tech, arts and passion.That was the case in november, 2016, when the Snowcrash team was invited to host an installation at the iconic MIT Media Lab with our friends from MIT @Hacking Arts. We made ‘A Cognitive VR Experience’, the first VR experience in the world to use cognitive computing and IBM Watson – connected to databases like Wikipedia for unlimited interactions. That project was made in collaboration with our friends from IBM and Unity Technologies and you can check more details about in this post: https://www.facebook.com/flagcx/photos/a.335923743114256.79858.164674870239145/1283126031727351/?type=3&theaterWe believe Immersive technologies, much like linguistics, are also cognitive technologies, and are rocket ships for the mind (as Magic Leap stated, playing with the famous Steve Jobs quote ‘Computers are like bicycles for the mind’). We exist to augment humans and help our kind to transcend. That’s our mission.Part of the reason why we chose to build ‘A Cognitive VR Experience’ is because we believe immersive technologies represent the next generation of computing visualization, while Cognitive computing and AI represent a new paradigm of computing per se.Our friends from Unity have been pushing hard to democratize access to development, leading globally when it comes to immersive tech development tools for many areas (even beyond games): From education to medical visualization, to psychology and engineering, mixing a huge array of accessible tools, APIs, SDKs and sensors integration. Today, their platform represents the first contact of a new generation to coding, and also a powerful toolset for experienced developers. The story is simple: From teenagers that want to build a game, and after a while end up building things like scientific storytelling experiences, MRI and CT-Scan Visualising platforms, engineering tools and so on.On the other hand, our friends from IBM have been leading innovative research with Watson, for instance in Oncology and Genomics, both in the clinical practice -augmenting doctors to make better decisions for their patients- and also discovery platforms with the goal of generating insight and helping bioengineers develop new targeted therapies against chronic diseases like cancer. IBM made a huge effort and today, Watson lives in the cloud and its API can be accessed by anyone to power applications that range from medicine, to economics, urban planning, smart cities, scientific research -just to mention a few.Mixing Watson’s virtual presence with Unity and immersive technologies for the first time, we open the gates and invite a new generation of developers to create awesome stuff, in diverse areas, and we can’t wait to see what will come from that mix.To celebrate those possibilities, we’re hosting a special event at IBM headquarters with the presence of:Thiago Rotta – IBM Watson Solutions Brand LeaderJay Santos – Unity Technologies Evangelist and Field EngineerBoo Aguilar – SNOWCRASH, Project Leader of ‘A Cognitive VR Experience’We’ll share more about VR and immersive technologies, Cognitive Computing, AI and its possibilities, how they can blend together and what to expect in the near future on both ends.We also want to invite devs to get immersed in this universe, and do a warm up for a Hackathon that is going to take place soon, also at IBM headquarters.Applications are free of charge, but with limited seats, so hurry up!Location, time and RSVP: https://www.meetup.com/pt-BR/unitybrazil/events/238320147/See you in the Cognitive Augmented Metaverse ; )

Posted by FLAGCX on Friday, March 17, 2017

E nele um nome se destaca, que já havia me chegado por diversas pessoas como “se você quer saber de VR/AR, você TEM que conhecer o Boo também!” e qual não foi nossa surpresa quando ficamos sabendo que ele estaria palestrando no BlueHack no desafio que o Voicers cobriria, o Virtual Hack!! Bom não preciso dizer que esse encontro virou uma Tech Talk Voicers:

Durante a entrevista Boo e Jason Silva (sim o incrível Jason de Origins e Shots of Awe!!) nos trazem o conceito de Virtual Reality x Real Virtuality:

Real Virtualities

Posted by Boo Aguilar on Saturday, April 16, 2016

E com o conceito, duas possibilidades: primeira delas é a possibilidade de nos tornarmos tão alienados ou condicionados, a ponto de sermos escravos. A segunda é que teremos a capacidade de nos tornarmos Grandes Criadores, isso simboliza a criação de novas ideias, novos mercados, novos seres, novas possibilidade e oportunidades.

Essa é exatamente a essência dos nosso trabalho no Voicers, acreditamos muito que todas essas tecnologias disruptivas, não somente a VR/AR, carregam em si esse potencial de liberdade/criação x controle/escravidão, e o que determinará um ou outro serão os humanos lidando/liderando elas! Logo desenvolver tecnologia é importante, mas desenvolver as pessoas será tão ou mais importante nessas próximas décadas!

“É hora de movermos, porque a humanidade não se salvará se não a salvarmos!!!” — Boo Aguilar

Comentários Via Facebook
compartilhe
Fechar Menu